domingo, 31 de julho de 2011

Camalion - Preceitos

  1. Disponibilizar uma ferramenta de implantação de software de alta produtividade e de fácil utilização com tecnologia própria. 
  2. Criar uma rede de parceiros, treinados e certificados por nós para implantarem sistemas através de nossa ferramenta. 
  3. Não vender software, mas sim locar e cobrar de acordo com o que é entregue ao cliente e não por hora de trabalho. 
  4. Nossos parceiros não são clientes, eles são potenciais prospectadores de clientes.


sábado, 30 de julho de 2011

Camalion - O que é

Camalion é um novo conceito de software de gestão web, com interface acessível através de qualquer navegador de Internet compatível com o Mozzila.

A construção da aplicação se dá através de fluxograma de processos (workflow), ou seja, não se utiliza linhas de código e a publicação é feita em tempo real, sem a necessidade de se compilar, gerar versão, testar e publicar, o que resulta em um enorme ganho de produtividade.


terça-feira, 19 de julho de 2011

Piloto

Para quem gosta de aviação, compartilho com vocês o vídeo do meu pouso no simulador Delta 5 em São Paulo:

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Web

Para entendermos sobre qualquer assunto é importante termos os conceitos básicos. E é exatamente sobre estes conceitos básicos que vou escrever aqui.
Primeiramente, Web significa teia em inglês e é um termo muito utilizado para se referir à Internet. Internet significa redes interligadas.
Portanto, a Web é uma grande rede que possui alguns servidores principais espalhados pelo mundo que são os responsáveis por conceder os IP´s. Esta distribuição de IP´s, quando a Internet estava começando era feita pela agência americana ARPANET mas depois que a rede que inicialmente era para uso exclusivamente militar cresceu tanto, a mesma sofreu uma divisão e foram criadas duas redes, uma militar e a Internet. Hoje a Internet é controlada pela Iana - http://www.iana.org
Abaixo um esquemático da Internet hoje:

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A GOIABA-ARAÇÁ

Ontem me lembrei do texto que o meu amigo Nascif, administrador do SIVU (Aeroclube da Barra do Jucu, Vila Velha, ES) escreveu sobre uma experiência marcante em sua vida e gostaria de compartilhá-lo com vocês. Boa Leitura!

  A GOIABA-ARAÇÁ

Trabalhei por 17 anos num esquadrão da Força Aérea Brasileira, o Primeiro do Sexto Grupo de Aviação - 1°/6° Gav, sediado na cidade de Recife/PE.
Somei quase 5 mil horas de vôo, em missões operacionais, realizando aerolevantamentos fotográficos por todo o Brasil.
E foi durante um vôo que  vivi a mais pungente e dramática experiência da minha vida. A morte anunciou-se com a clareza e força de um relâmpago.  Iluminou a futilidade de minha curta e prazerosa existência. Dali para frente eu mudei minha vida...
Vinte e dois de agosto de mil novecentos e noventa e dois 220892 22/08/92 22 AGO 1992
Há uma semana, trabalhávamos em Cachimbo/PA fotografando uma área militar sob suspeita de invasão por grileiros e madeireiros.  Naquele dia, voamos pela manhã e tarde. E, __ainda em vôo __ o comandante decidiu pousar em Cachimbo, abastecer e  iniciar o retorno para o Recife, com pernoite em Petrolina/PE - Juazeiro/BA.
Chegamos por volta das 17:00h em Porto Nacional/TO para reabastecimento do R-95 Bandeirante. Decolamos. E após mais duas horas e dez minutos de vôo, pousaríamos em Petrolina/PE.
Anoiteceu. Noite clara. Céu estrelado.
__ “Estranho, cadê as luzes da cidade? Estamos em descida para procedimento de pouso, mas a cidade sumiu! Não há luz alguma lá embaixo! Não tem aeroporto. Não tem pista de pouso. Só a escuridão”.
Depois dos dois pilotos e do Boaventura, o outro fotógrafo da tripulação,  fui o primeiro  saber da situação: estávamos perdidos.
Os pilotos decidiram manter o rumo original e subir para 10.000 pés de altura para economizar combustível. Através do rádio do avião, tentavam de todos os meios  definir nossa localização.
Além de nós, havia mais quatro tripulantes: dois oficiais especialistas em Fotografia Aérea, major Aguiar, e Capitão Muller, o tenente aviador Roberto, o 1° sargento mecânico Castro, o Camisão.
O radar do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo - CINDACTA II, em Recife, não rastreava nossa aeronave.
E perdidos voamos noite adentro. Lá embaixo, luzes esporádicas no breu da terra. Aqui em cima, o desespero e a aflição.
O Boaventura, que até então estava lá na frente, sentado numa caixa térmica junto aos pilotos, foi mandado lá pra trás. Sentou e se cobriu todo com uma manta.
Fico sabendo que temos combustível para mais duas horas de vôo.
Duas horas que duraram uma eternidade...
Voamos em direção ao litoral, em busca de cidades mais densamente povoadas, e consequentemente uma pista de pouso.
Com referências visuais, voamos sem saber para onde e nem como pousar. Depois de uma hora e meia de vôo já havíamos passado por duas cidades, mas como não localizamos nenhuma pista ou local para um pouso eventual,  decidimos prosseguir para a terceira e derradeira , pois como calculávamos nosso combustível, aquela era nossa última chance de pouso.
Lá na frente, em nossa direção,  avistamos a claridade de uma cidade. Nas proximidades, os pilotos decidem descer para procurarmos o aeroporto, a pista... Ficamos circulando sem saber que lugar era aquele e o combustível muito perto do fim. Mais 30 minutos, no máximo.
Olho para baixo e vejo uma praça pública apinhada de gente. Uma multidão em festa. Música. Fogos de artifícios pipocam no ar. Senti tristeza. Frustração. Medo. Medo de morrer. Jovem demais para morrer!
Lembro de Carlos Castanheda: “... a morte é uma conselheira. Está sempre à distância de um braço. Pronta para o abraço inevitável, a qualquer instante, qualquer lugar. E, nessa consciência profunda da imprevisibilidade da morte, nossas ações, sonhos e pensamentos adquirem poder”.
O capitão Muller liga o seu walk-man a procura de uma  freqüência de rádio FM, numa tentativa desesperada de saber nossa localização.
Os pilotos acharam uma rodovia que atravessa a cidade. Decidiram tentar um pouso forçado. Vamos tentar pousar na rodovia. À noite, sem balizamento e com carros transitando. O acidente atingia a sua irreversibilidade.
“É Juazeiro do Norte! É Juazeiro do Norte!” O grito do Capitão Muller abafou o ruído dos motores. Acabara de ouvir no rádio, após um discurso político a saudação: “...viva Juazeiro do Norte! Viva o Ceará!!!!
Imediatamente os pilotos selecionaram a freqüência do NDB da cidade. E a barra do instrumento apontou a localização do aeroporto. Iniciamos círculos a baixa altura.
Olhos grudados noite afora à  procura da pista...
Minha família, mãe pai irmãos. Os amigos de farda, da faculdade... Maria Eduarda. “Ah! Não é verdade que isto está acontecendo”.       
__ “Achei! Achei!” ­, gritou o tenente Schonhardt que decidiu e convenceu o comandante, tenente Souza, que ele faria o pouso.
Curva à esquerda. Demorada e aflita. Estabiliza. Nariz para baixo e aí vejo a pista. A pista  não! Só um pedaço dela! A aproximação final num ângulo de quase 40°!
__”Mas o que é aquilo? Um carro com faróis acessos entra  na pista, na nossa frente! Será uma tentativa desesperada do motorista tentando avisar que a pista está interditada? Na dúvida, o piloto não vacilou: “Vou pousar esse avião de qualquer jeito. Agora!!”
Os pneus tocam o asfalto. Reverso dos motores e o corte. O avião ficou ali mesmo, no meio da pista onde parou. Saímos em correria. Gritos. Abraços efusivos. Choro. Gargalhadas.
__“Cadê um telefone? Preciso contar a todos que acabei de renascer!”
O motorista do carro se aproxima. Ele nos conta que mora próximo ao aeroporto e observou o avião circulando a baixa altura e resolveu iluminar a pista com os faróis do carro, tentando nos orientar... e ainda nos emprestou o carro para irmos à cidade comemorar nossas sobrevivências. Um churrasco a rodízio, regado a cerveja.
Na manhã seguinte, passeando em volta do alojamento onde dormimos, achei um pé de goiaba carregado. Uma goiabeira diferente, frutos pequenos. Naquela primeira mordida, descobri a divindade oculta nas coisas mais simples e aparentemente insignificantes. Que delícia! Que sabor indizível!  Paulo de Tarso caído ao chão no caminho de Damasco...
Meus olhos, coração e mente se abriram num êxtase divino. Mastiguei a carne do mundo em comunhão com a vida.
Vida louca. Vida Breve. Vida bela.

Tullius Amm

domingo, 10 de julho de 2011

Projeto Start You Up

Hoje lembrei de compartilhar o link do projeto Start You Up que tem tudo a ver com o tema do blog. O projeto acontece todas as últimas terças-feiras do mês em Vitória-ES. Para quem tem uma idéia no papel ou mesmo se já está desenvolvendo alguma coisa vale a pena conhecer. 



sábado, 9 de julho de 2011

Novo Layout

Juntamente com o novo layout, inauguro também duas novas ferramentas que possibilitam o leitor a inscrever-se em nosso feed bem como receber os novos posts por e-mail.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Programando

Este vai para quem tem interesse em programação mas não sabe por onde começar.
Primeiro é importante que saiba que a tarefa de programar exige o raciocínio lógico apurado.
Não é nenhum bicho de sete cabeças, basta ter método, planejar, modelar, desenvolver, testar e corrigir, testar e corrigir até cercar o máximo de possibilidades possíveis.
A lógica, inclusive é uma disciplina do curso de ciência da computação, por exemplo, mas existem cursos de lógica para programação no mercado.
Mas enfim, muitos perguntam como é a programação? Como fazer? O que são aquelas letrinhas, aquele monte de códigos malucos embaralhados? 
Bem, vou tentar clarear um pouco tudo isso o mais resumidamente que eu conseguir.
Vamos lá, programar é o ato de escrever um código que será executado pelo computador.
Este código pode ser escrito em um editor de texto e salvo com a extensão apropriada para a linguagem ou plataforma. Até aí só foi criado uma coisa que é chamada de código-fonte. Agora este código deve ser executado pelo computador. Basicamente temos as linguagens compiladas e interpretadas. As linguagens compiladas dependem de um compilador que irá transformar o código-fonte escrito pelo programador em um novo código (executável) que será entendido pelo processador da máquina (ex.: pascal, c++, c...). As linguagens interpretadas dependem de uma plataforma ou aplicativo que por si só é capaz de entender o código-fonte e executar as tarefas ali escritas (asp, perl...).
Um programador vai lidar constantemente com alguns termos como: 
  1. Procedimento, função, método, rotina, sub-rotina;
  2. Parâmetros;
  3. Atributo, propriedade, variável;
  4. Tipos de dados;
  5. Compilação;
  6. Biblioteca, referência, library;
  7. Sintaxe;
  8. Consulta, query, select, update;
Apenas a título de demonstração dou aqui um exemplo de um programa escrito em PORTUGOL (linguagem didática) que retorna o resultado da soma de dois números.


programa soma;

inicio
    variavel numero1, do tipo inteiro;
    variavel numero2, do tipo inteiro;
    variavel resultado, do tipo inteiro;

    recebe número digitado pelo usuário;
    guarda número digitado pelo usuário na variável numero1;

    recebe número digitado pelo usuário;
    guarda número digitado pelo usuário na variável numero2;

    variavel resultado recebe a soma de numero1 + numero2;

    mostra resultado na tela
fim

Agora, o mesmo código em c sharp para ASP.NET:


public void Soma()
{
    int numero1;
    int numero2;
    int resultado;

    numero1 = Convert.ToInt16(textBox1.Text);
    numero2 = Convert.ToInt16(textBox2.Text);

    resultado = numero1 + numero2;

    textBox3.Text = resultado.ToString();
}

Não é para assustar, apenas para ter uma noção de que se deve ter uma boa base e se dedicar ao estudo sem medo. A programação permite que você crie e coloque suas idéias em prática e é também um mercado onde falta muita mão-de-obra qualificada.

Bons estudos! :)
Desenvolvimento